O primeiro carro chinês
a chegar em larga escala ao mercado brasileiro, será chamado Chana.
O automóvel, um utilitário de pequeno porte,
motor 1.0 e preço um pouco abaixo dos similares no mercado brasileiro vai custar entre R$ 27 mil e R$ 33 mil, dependendo do modelo.(Está meio cara essa Chana...)

Fontes da importadora do automóvel explicaram que a estratégia mundial da empresa fabricante do veículo
não permitiu a mudança de nome no Brasil, apesar do significado da palavra em português do Brasil (em Portugal, "chana" não existe).
Em tempo: se você está interessado em adquirir a van Chana, não pense que esconder o nome vai
ser fácil, pois ele vem estampado em letras grandes, na parte traseira do veículo.
Outras montadoras
já tiveram problemas de adequação à idiomas ou mesmo à fatos curiosos.
A Volkswagen cogitou o nome Jetta, original do mercado americano, para o Bora vendido aqui, mas temeu que a pronúncia correta ("ieta") não fosse compreendida. O Mitsubishi Pajero, nos mercados
de língua espanhola, teve de ser renomeado Montero. É que pajero nesse idioma é algo que não fica bem num veículo: masturbador.
A GM, por sua vez, rebatizou o Opel Ascona (uma cidade suíça) como Monza ao nacionalizá-lo, em 1982, receando que o nome sugerisse asco ao consumidor brasileiro. A mesma Chevrolet
abandonou o nome Astra, previsto para o Kadett brasileiro (já usado na versão Vauxhall inglesa e escolhido para evitar associação com a ditadura militar, recém-encerrada à época), pela coincidência com uma marca de utensílios sanitários.
Até a numerologia influencia os automóveis: a Alfa Romeo descobriu que o número 164, em Cingapura, significa "morte no decorrer de uma viagem". Passou a vender seu sedã como 168, que
indica "prosperidade durante toda a viagem". Não teria sido diferente, mas por outra razão, caso a Ford resolvesse fabricar aqui o modelo compacto Pinto, lançado em 1971 nos EUA. O nome certamente teria de ser outro, dado o que poderia surgir de piadas e brincadeiras.
Dê uma olhadinha no Pinto:

Você também queria ter um Pinto assim ou prefere uma Chana?
Eu, particularmente ainda prefiro meu Toyota Corolla:
Veja que denominações recebem, nos
mercados estrangeiros, alguns modelos produzidos ou vendidos no Brasil, incluindo alguns já fora de produção.
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